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  • Foto do escritorTatiana Esposito

Exposição mostra criatividade e habilidades de alunos na construção de robôs

A atividade A visita da Robô tem feito sucesso nas escolas. Na Escola Municipal Dona Mariquinhas Brochado, alunos e professores dos primeiros anos ficaram tão animados que rolou até uma exposição com os robozinhos construídos pelos estudantes.


Crianças esbanjaram criatividade na hora de construírem seus robôs.


A atividade que busca desenvolver a habilidade de observação do espaço escolar e também cria itinerários desse espaço, trabalhando repetição e sequência, ultrapassou os muros da escola. Além de um passeio com os alunos pelo espaço escolar e da orientação na hora de criarem um mapa para a robô não se perder quando fosse visitá-los, as professoras dos primeiros anos A, B e C, Marisa de Araújo Dias, Gislene Costa Albino Barbosa e Joelma de Fátima resolveram inovar.


Cada uma construiu um robô para a turma, com direito a votação para a escolha dos nomes e, animadas com o envolvimento dos alunos, pensaram: por que não cada aluno construir seu próprio robô, usando muita criatividade, com os materiais que tiverem em casa e com a ajuda dos familiares? A ideia deu super certo, os pais e responsáveis se envolveram, imaginaram e criaram junto com as crianças. O resultado? Não poderia ser melhor: robozinhos de todos os jeitos, tamanhos e cores, com mascotes, com luz que acende, com rodinhas e até inspirados em personagens de desenhos. Todos feitos de acordo com a imaginação e paixão de cada um.


Alunos ficaram animados com a atividade e com a exposição de seus trabalhos.


Para fechar com chave de ouro, a escola fez uma exposição dos robôs nas salas de aula das três turmas de 1º ano, com direito a visitação de coleguinhas e familiares. Alunos felizes, professoras satisfeitas, escola engajada.


Olha só o depoimento de alguns alunos sobre os robozinhos que construíram:


Heitor Zaneti, 1º ano B - robozinho Nicolas e o cachorrinho Flufi

“Gostei de fazer a atividade e eu achei mais legal fazer o cachorro. A minha mãe me ajudou a fazer e eu usei caixa de bombom, rolos de papel higiênico pra fazer o pezinho, o rabinho e a orelhinha do cachorro, tampa de Coca- Cola pra fazer o chapeuzinho e copo descartável. E eu gostei muito de fazer e é legal mostrar aqui também”.


Maria Julia Diniz Silva, 1º ano B, robozinha Heloísa

“Gostei muito de fazer o robozinho, o que eu mais gostei foi de pintar a robô, eu que escolhi as cores e quem me ajudou foi meu pai, a gente usou madeira, florzinha, tampinha de pote de metal e caixa de papelão também”.


Vinicius de Barros Pereira, 1º ano A - robô Pitoco

“Eu usei essa câmera velha pra pôr em cima e coloquei mais umas coisas também, tem umas que eu nem sei o que é, mas é que tinha lá em casa, meu pai que ajudou. Eu gostei demais, foi muito legal”.


Isabela Lopes, 1º ano C - robozinho Bob e o cachorro Pipoca

“Eu gostei muito de fazer o robô, eu usei várias coisas, caixinha de leite, dvd velho, minha vó que ajudou a cortar, e eu quase fiz o nariz dele de Pinóquio! Eu pintei umas partes com canetinha, usei caixa de todynho pra cabeça dele não cair, caixa de papelão, recortei papel de encapar caderno e colei. Olha, também tem canudo, tampa de garrafa e até essa tomada velha que minha vó não usa e coloquei uma luzinha para acender coração. E os pés do cachorrinho a minha tia me ajudou comendo os quatro potinhos de danone (risos)”.


Belo resultado é fruto do empenho das educadoras, da direção e dos alunos da escola.


As professoras também compartilharam suas impressões sobre a atividade e o envolvimento dos alunos:


Professora Marisa de Araújo Dias – 1º ano A ( robô da sala: Lívia)

“Eu achei que os alunos participaram bastante, achei que eles gostaram, houve bastante interação e o nome da robô da sala eles escolheram, eu queria algum com som de “Ro”, mas não teve jeito, eles tiveram opinião própria, votaram e escolheram Lívia. Essa atividade trabalhou várias habilidades, por exemplo, você olha os desenhos e percebe como eles tiveram noção de espaço, desenharam conforme o que eles foram observando. Foi muito bom mesmo, eles gostaram, você vê a animação deles, inclusive aqui na exposição”.


Gislene Costa Albino Barbosa, 1º ano B (robô da sala: Princesa)

“Essa é uma turma bem agitada e a proposta foi muito válida porque eles gostam de passear pela escola. Então, eu expliquei que iríamos receber a visita de uma robozinha, que precisávamos escolher o nome dela, que precisávamos fazer um mapa para ela chegar até a nossa sala e nós fomos lá fora e fizemos todo o trajeto desde o portão até chegar na sala. E eles vieram contando os passos, pedi para que eles observassem a área e o que tinha ao redor para a robô não se perder. Quando chegamos na sala, eles foram desenhar o mapa em duplas, mas cada um queria o seu papel, porque todos queriam desenhar, (risos)! Depois a gente foi para a escolha do nome da robô, a nossa se chama Princesa e eu fiz ela em casa mesmo. A ideia de fazer a robô foi porque eles perguntaram se ela realmente viria até a escola, então eu percebi que eu precisava de uma robô! Eles desenvolveram várias habilidades como a percepção, noção de espaço, criatividade, curiosidade, resolução de problemas, então foi muito bacana. Eu achei que foi uma atividade bem valiosa, as crianças interagiram, a minha colega Joelma deu a ideia de eles construírem os robôs em casa, nós pedimos para os pais e todos abraçaram e as crianças ficaram muito empolgadas, então valeu muito a pena”.


Joelma de Fátima 1º ano C (robô da sala: Biboca)

“No começo eles queriam muito conhecer o robozinho que viria visitar a escola e nós professoras resolvemos fazer o nosso robô para trazer para a sala. Só que não queríamos ficar só nisso, queríamos que eles participassem mais, então tivemos a ideia de pedir para os pais ajudarem eles a construírem o robô no final de semana e eles trariam para escola na segunda-feira. Eles poderiam fazer do jeitinho que eles quisessem, mostramos alguns exemplos com material reciclável e o resultado foi essa maravilha, os pais ajudaram, colocaram a mão na massa junto com as crianças. Os alunos ficaram muito animados com essa atividade, eles adoram contar como fizeram, o que usaram. E assim, essa atividade trabalha a questão de espaço, a matemática, noção de tamanho. Acho que esse ano o Ativamente vai ser muito bom porque nós tivemos um tempo maior para nos adequar, a gente entende e prepara antes e quando falamos com eles, todos já ficam empolgados, eles já estão até na expectativa com a próxima atividade, porque sabem que a bruxa vai chegar, então isso é muito legal”.




Acontece no Mundo Ativamente


Esse é o Acontece no Mundo Ativamente. Um diário de bordo do projeto que leva a Aprendizagem Criativa do Ativamente para as escolas municipais de Poços de Caldas e agora para Vargem Grande do Sul e Boa Esperança. Acompanhe nosso blog e participe. :) Sua participação é muito importante para nós e para todos os envolvidos nessa jornada!

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